28 dezembro 2016

TRG com chuva




25 dezembro 2016


04 dezembro 2016

G-GBAS

A FCSL trouxe aos Açores para a campanha de verificação de rádio ajudas um dos seus novíssimos Diamond DA62, que também passou pelo Pico:



30 novembro 2016

29 novembro 2016

CS-TRD e CS-TKQ no Pico




31 outubro 2016

Vortices

Se observarem com atenção (e em HD) é possível ver os vortices de ponta de asa devido à refração da luz causada pela baixa densidade do ar no centro dos vortices.

26 outubro 2016

Porque é que uma pista mais longa permite operações com vento mais forte

Quando uma tripulação se vê confrontada com possibilidade de encontrar turbulência ou “windshear“ durante uma aproximação, existem alguns procedimentos que os ajudam a lidar com a situação. Dois deles são a utilização de uma velocidade de aproximação mais elevada e a utilização de menos flaps. Estas duas ações fazem com que a aeronave aproxime com mais energia e seja mais manobrável, o que facilita a recuperação no caso de encontro com variações significativas da intensidade e/ou direção do vento.

Por outro lado, uma aeronave com mais energia precisa de mais pista para parar. Por essa razão, quando o comprimento da pista é um fator limitativo, pode não ser possível utilizar este tipo de procedimentos, pelo que a capacidade de lidar com variações no vento fica também limitada.

Os cálculos de performance de aterragem são baseados na passagem a 50 pés sobre a cabeceira e no toque a sensivelmente 300 metros do início da pista. É adicionada uma margem de segurança aos resultados dos testes para publicação das distâncias utilizadas na operação, mas isto quer dizer que numa pista que limita a performance, aterrar após os 300 metros já implica estar a utilizar esta margem de segurança. Assim, se uma variação no vento impedir um piloto de aterrar nesses primeiros 300 metros de pista, não há margem para correções de trajetória e será prudente borregar. Numa pista sem limitação de performance, pode ser possível corrigir a trajetória e aterrar 600 metros depois do início da pista. De facto, pistas com mais de 2400 metros de LDA têm marcações de zona de toque com uma extensão de 900 metros.

Assim, se uma aeronave necessita de 1700 metros para aterrar, terá mais possibilidades de aterrar com vento cruzado forte numa pista com 2000 metros do que numa com 1700, porque estará em condições de utilizar uma configuração que lhe dá melhor resposta a variações no vento e tem maior margem de manobra na zona de toque para lidar com correções finais de trajetória.