21 abril 2008

No comment

25 comentários:

Teixeira disse...

Tá bom tá... mas quando é que comentas a noticia que saiu hoje na RP

SukhoiLover disse...

Piloto com tomates ou maluco irresponsável?

Na próxima semana no Prós e Contras...

pedro disse...

sabe me dizer porque é que o voo de manhã do Pico SP430 foi parar a Terceira e depois foi ao Faial???
Estava nevoeiro no Pico ou era do vento??

Rui Medeiros disse...

Vento não foi. De manhã esteve meio forrado, mas mais uma vez, sem os METAR do Pico, não tenho certezas. Provavelmente terá sido um dos dias em que o ILS fazia diferença.

João Soares disse...

Estáva hj um tecto baixo de SJZ n se avistava o Pico, mas o tecto baixo fez com que tivesse a sua graça ver o learjet45 hj e ~São jorge pelo meio das nuvens. Em SJZ tava vento moderado meio Sul.

Anónimo disse...

O voo de ontem nao foi ao Pico por dois motivos:

VENTO e comandantes novos.

Bem Haja,
Joao Braga

Rui Medeiros disse...

Caro João Braga:

Desculpe lá, mas com estes METAR (abaixo) da ilha vizinha de ontem na altura do SP430, não acredito.

LPHR 231030Z VRB02KT 8000 SCT006 BKN012 16/15 Q1018
LPHR 231000Z 26004KT 9999 SCT005 BKN010 16/15 Q1018
LPHR 230930Z VRB03KT 9999 FEW003 SCT006 BKN012 15/15 Q1017
LPHR 230900Z VRB01KT 7000 FEW002 SCT004 BKN012 15/15 Q1017

Anónimo disse...

Hoje só pela ilha vizinha.
Não há hipótese: se não é visibilidade é vento Sul.
ESTAMOS MAS É BEM TRAMADOS COM ESTA PORCARIA DE AEROPORTO!!!!

Anónimo disse...

Penso que estamos tramados é com o preço das passagens
A Madeira abriu o seu espaço aereo esta semana e passados 2 dias as pssagens desceram brutalmente
Por exemplo Na TAP e na SATA antes um Funchal Lisboa era 230€ baixaram as duas pra 120€ eas lowcoast são 80€
Até a Sata Air Açores baixou o preço entre Fubchal e Porto Santo de 150€ para 100€.
E nós aqui temos de aguentar com este serviço publico nojento defendido por um retrógado secretario da economia para proteger meia duzia de mafiosos em que temos de pagar 260€ para Lisboa e 180 para S Miguel
VERGONHA VERGONHA VERGONHA

Rui Medeiros disse...

Nem tudo são rosas com a liberalização dos voos. Esperemos que passe este furor inicial para que se possam tirar as devidas conclusões e aproveitá-las em favor das ligações com os Açores.

"Liberalização das ligações aéreas com o Continente

Agentes de viagens da Madeira criticam
promoção da TAP com taxa zero nas vendas internet

Presstur 24-04-2008 (17h15) Agentes de viagens da Madeira criticaram ontem a TAP por não cobrar taxa de emissão nas vendas pelo seu website da promoção que lançou para as ligações entre o Continente e o Funchal, alegando que é uma prática que viola a parceria com o maior canal de distribuição. A companhia defendeu que o seu objectivo é criar mercado, o que será benéfico para as duas partes.
“Alertamos aqui a TAP para que essa política [de parceria] seja não só em termos de palavra mas também se traduza em factos e actos”, disse ao pressTUR João Welsh, delegado da APAVT na Madeira e um dos participantes na reunião de ontem entre agentes de viagens madeirenses e executivos da TAP, designadamente o director de vendas Carlos Paneiro, a directora para o mercado português, Paula Canada, e a responsável do mercado madeirense, Dina Cravo.


Os agentes de viagens que intervieram na reunião consideraram que a TAP os coloca em desvantagem nas vendas da promoção quando põe a taxa de emissão zero na venda pela internet.


A taxa de emissão é, desde há alguns anos, com a redução das comissões pagas pelas companhias aéreas às agências de viagens, a principal remuneração das agência pela venda de produto aéreo.


A TAP, através de Carlos Paneiro, contestou que a companhia esteja a pôr em causa a parceria com os agentes e viagens, argumentando designadamente que o propósito é estimular as vendas, o que no futuro será benéfico para as duas partes, e que os agentes de viagens também cobram taxa de serviço nas vendas de voos low cost, porque os clientes reconhecem valor ao serviço que lhes é prestado.


“A TAP não quer quebrar nenhum vínculo”, afirmou Carlos Paneiro, acrescentando que o objectivo da companhia foi “dar sinais claros de que está preparada para lutar pelo seu mercado da Madeira com qualquer companhia que queira entrar na rota” e estimular o crescimento do mercado.


Agentes de viagens presentes na reunião contestaram que a companhia tivesse necessidade de dar esses “sinais” quando ainda não se perfila concorrência, que com esta iniciativa a TAP criava um “precedente”, e que a campanha apenas “prejudica” o agente de viagens, pois terão preços superiores aos que os clientes podem encontrar no site da companhia aérea.


“Todos vemos onde é que isto vai chegar”, comentou um dos intervenientes.


A campanha da TAP foi anunciada ontem no âmbito da cerimónia que assinalou a liberalização total das ligações aéreas entre o Continente e a Madeira.


A TAP indicou ontem, no novo quadro, que, pela primeira vez, passará a ter toda a sua estrutura tarifária das rotas entre o Continente e a Madeira com preços one-way que variam consoante a procura e a proximidade dos voos, à semelhança do que fazem as low cost.


Os preços da companhia, para a classe turística vendidos pelo seu site (cinco euros de taxa de emissão, quando em call centers é 12 e nas lojas é 16) começam no percurso Funchal – Lisboa em 78,3 euros já com taxas e vão até 259,30.


Em executiva começam em 265,30 e vão até 384,30 euros.


Os residentes na Madeira e estudantes têm um subsídio de 30 euros por percurso, que passou a ser pago nas estações dos CTT.


Para a promoção de lançamento da nova estrutura tarifária, a TAP anunciou que tem 20 mil lugares, o que compara com 733 mil lugares que a companhia indicou que vai disponibilizar de Março a Outubro (Verão IATA) em 218 voos por semana Lisboa – Funchal (oito por dia), Porto – Funchal (três por dia) e Lisboa – Porto Santo (três por semana).


Os preços da promoção têm um desconto de oito euros em relação às novas tarifas mínimas anunciadas pela TAP (71,30 para o Lisboa – Funchal e 78,30 para o Funchal – Lisboa), ficando em 63,30 e 70,30 (33,33 e e 40,30 para os residentes na Madeira e estudantes), por um desconto de três euros na tarifa e, nas compras pela internet da companhia, a não aplicação dos cinco euros de taxa de emissão.


É esta taxa zero nas emissões pela internet que os agentes de viagens da Madeira consideraram uma iniciativa contrária aos seus interesses, já que para aplicarem o mesmo preço da TAP terão que abdicar de toda a remuneração pelo trabalho efectuado para o cliente.


Carlos Paneiro contra-argumentou que o atendimento que os clientes têm nas agências de viagens justifica a cobrança de um fee pelo trabalho realizado, sublinhando que não se pode comparar com uma reserva pela internet e que a TAP mantém a cobrança de taxas de emissão quando dos bilhetes comprados através de call center e loja.


O lançamento de promoções com redução da taxa de emissão nas vendas pela internet já vem de 2007 e tem sido praticada também por agências de viagens, como foi o caso desde Maio de 2007 da Viagens Abreu, que para assinalar o relançamento do seu site colocou essa taxa em cinco euros, tendo repetido esta promoção no Natal e já este ano.


João Welsh, nas declarações ao PressTUR sobre a reunião com a TAP, comentou que embora considere que a campanha “não tem vendas significativas associadas como foi dito aqui pela própria TAP”, porém “não promove o tal discurso de parceria que a TAP diz que quer reforçar com os agentes de viagens”.


“E é só esse pequeno pormenor que nós quisemos aqui alertar de uma forma viva e emotiva, como é normal nestas reuniões”, acrescentou.




Delegado da APAVT na Madeira avisa que liberalização


não acautelou subidos preços nos períodos de “pico”


A liberalização dos voos entre o Continente e a Madeira pode ter o reverso dos madeirenses ficarem sujeitos a “tarifas altíssimas” nas épocas altas, uma vez que não foi acautelado nenhum “tecto máximo” para os preços — alertou ontem o delegado da APAVT na Madeira, João Welsh.


O empresário começou por sublinhar que considera “positiva” a liberalização, tanto para a mobilidade dos residentes na Madeira quanto para os fluxos turísticos para a Região, e que inclusivamente considera que as linhas entre o Continente e a Madeira, com mais de um milhão de passageiros por ano, têm massa crítica para isso.


Mas “há um aspecto que não foi acautelado”, prosseguiu, explicando que em sua opinião deveria ter sido criado “um tecto máximo” para proteger o mercado dos residentes na Madeira e estudantes das subidas de preços nas épocas de maior procura.


“Embora deixando de ser uma rota de serviço público, é uma rota em que os madeirenses têm um subsídio que pretende compensar a questão da insularidade”, salientou João Welsh para defender que nessa lógica deveria ter sido “uma liberalização com algumas regras”, designadamente para evitar “situações que vão criar dificuldades a madeirenses que vão viajar nos “picos” [da procura], na altura do Natal, Fim do Ano e até Verão”, afirmou.


João Welsh frisou que da liberalização resulta “sobretudo uma maior amplitude de preços”, que permitirá “às pessoas que reservem com mais antecedência e para horários menos nobres ter tarifas muito mais baixas”, mas que também irão pagar tarifas mais altas quando pretenderem viajar nos períodos de maior procura.


“Estamos a falar em estudantes e até pessoas que viajam por razões de doença ou outras e que poderão ser penalizados nessa situação”, acrescentou.


João Welsh defendeu que a introdução de tectos máximos de preços “não iria penalizar em nada a liberalização nem iria trazer consequências negativas para este passo que foi dado”, argumentando que “os modelos de mercado que funcionam a 100% têm regras e estão devidamente regulamentados para que possam funcionar bem”.


O Governo da República, ao anunciar a liberalização, através do secretário de Estado Adjunto Paulo Campos, admitiu que a liberalização “comporta riscos”, mas assegurou que será feita “monitorização” do desenvolvimento do mercado."

Milosz disse...

wooooooooooooooooooow !!! 8|

pedro disse...

Caro rui venho informar-lhe que as novas regras de concurso público para os Açores já foram publicados no Jornal Oficial ontem dia 25 de Abril
2008/C 104/08
Comunicação da Comissão nos termos do procedimento previsto no n.o 1, alínea a), do artigo 4.o do Regulamento (CEE) n.o 2408/92 do Conselho — Imposição de obrigações modificadas de serviço público a determinados serviços aéreos regulares em Portugal (1)

http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:C:2008:104:0029:0036:PT:PDF

Rui Medeiros disse...

Obrigado pela chamada de atenção, parece que são então mais 30 dias para que entre em vigor. Em breve devem ser anunciadas as mudanças.

Anónimo disse...

Vamos todos lutar para que o vôo seja ao Sábado.

Anónimo disse...

Penso que o voo ao Sabado prejudicaria imenso o Comercio do Pico nas suas exportações e importações.Aos sabados praticamente enccerra tudo.Penso que troca por troca sexta feira estaria bem para o comercio e economia picoense e para turismo saida e entrada ao fim de semana.

Rui Medeiros disse...

O problema é que o mais certo é a escolha do dia por parte da TAP ser feita com base na disponibilidade da frota, e não tendo em conta os benefícios para o Pico.

Anónimo disse...

Tens razão Rui, mas se não reevindicarmos o Sábado como preferência, estamos sujeitos a que a Tap nos ponha o vôo ao Domingo e isso seria catastrófico para o Turismo.

Anónimo disse...

Mas só se pensa no turismo
E as exportações de peixe fresco e outros produtos.É de dar graças a Deus se eles puserem o voo à sexta feira.Tou rezando

Anónimo disse...

Estamos preocupados com um vôo de passageiros,não com um cargueiro.
Tou rezando para que seja ao Sábado.

Rui Medeiros disse...

Não, é também cargueiro, e tem que disponibilizar 30 toneladas de carga durante o verão e 20 durante o inverno, sem descurar que cada semana é obrigatório ter capacidade para transportar 2 toneladas de carga e correio, distribuídas pela ida e volta.

Anónimo disse...

À descoberta dos Açores

Rui Medeiros disse...

Segundo a delegada comercial da TAP para os Açores, que falou no telejornal da RTP Açores de 29 de Abril na sequencia da apresentação dos A330 nas rotas para os Açores, a TAP pensa mudar o voo do Pico de terça para o sábado, sensivelmente no mesmo horário.

Padre disse...

Antes ao sabado, que deixar de er voo por falta de passageiros.
Para São Jorge poderiamos ter ao Domingo,isto depois das obras.

padrinho disse...

O Sábado é o melhor dia porque serve também ao Faial no horário de inverno.

Anónimo disse...

As well as possible!